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Gerir a área fiscal requer uma série de habilidades e atenção a complexidades de informações e mudanças constantes. No entanto, a gestão fiscal eficaz garante que a empresa esteja preparada para lidar com suas responsabilidades fiscais o que mantém a competitividade e sustentabilidade financeira da empresa.


Você sabia que existem práticas da Gestão 4.0 que podem ser adotadas para otimizar recursos e tempo de forma assertiva? Com essas boas práticas, é possível minimizar erros em diversas atividades no seu negócio, principalmente na área fiscal.


A Gestão 4.0 é amplamente utilizada por empreendedores e executivos, essa prática advém da Industria 4.0, mas de acordo com o levantamento da FIESP, desde 2018, 32% das empresas brasileiras ainda não ouviram falar do tema. No entanto, onde a Gestão 4.0 já se tornou comum, torna-se impensável executar processos sem usar tecnologia. Pois, através do investimento em tecnologia e pesquisa é possível mudar o presente e construir o futuro.


Entenda como aplicar esse método na sua empresa


Os métodos propõem a aplicação em o que há de mais avançado em tecnologia, automação avançada e gerenciamento informatizado de dados no processo produtivo, um cenário que ainda está em evolução no Brasil.


A tecnologia é uma facilitadora de processos e todas empresas que fugirem dela em algum momento, acabarão se perdendo no universo de novas oportunidades que ela trouxe. Claro que sempre será necessário a avaliação estratégica, planejamento e a empresa ainda depende da sabedoria humana para tomar decisões. Porém, através da tecnologia, o gestor amplia seu campo de visão com a utilização de softwares que monitoram os processos, atividades, além de coletar, armazenar e interpretar dados. Afinal o que não pode ser medido, não pode ser gerenciado.

Qual a importância da automatização das informações do setor fiscal?


Para uma gestão fiscal eficiente é preciso otimizar processos que muitas vezes estão ligados a outras áreas da empresa, por isso a importância dos dados estarem coletados e unificados em um software, a precisão dos dados é essencial para que a empresa possa diagnosticar problemas, evitar gargalos, realizar um planejamento estratégico, além do acompanhamento da situação fiscal. Todos com o objetivo comum que é: Evitar cair na rede do Fisco de forma estratégica e segura, leia também na Íntegra.


Existem outras formas de melhorar o desempenho da área fiscal com uma gestão mais integrada dos processos, são eles:


Organizar os processos


Muitas empresas enfrentam problemas com a fiscalização por não terem uma boa gestão dos documentos fiscais. A organização dos documentos fiscais é o primeiro passo para otimizar recursos e tempo. A categorização dos documentos pode tornar os processos mais ágeis, dessa maneira é possível evitar desperdício de tempo.

Ferramentas de gestão de dados


Utilizar métodos tradicionais e antiquados para o controle dos dados tem um impacto muito negativo para o negócio, você pode estar deixando de lado uma vantagem competitiva ao não optar por um sistema de gestão integrado como por exemplo um ERP de ponta ou uma solução fiscal em cloud.


As vantagens de integrar a gestão 4.0 e incorpora-la as novas tecnologias em prol dos objetivos organizacionais, resulta na integração de departamentos e informações, automatiza processos, reduz custos e auxilia a gestão na tomada de decisões. O papel do gestor fiscal pós-transformação digital é de utilizar os recursos tecnológicos para antever os cenários e fazer projeções futuras, com foco total na tomada de decisão.

Manter o compliance perante o dinamismo

Na era pós-transformação digital, tudo se movimenta de forma rápida e ágil, e com ela os processos e as informações, novos procedimentos e informações surgem e são rapidamente substituídas, logo devem ser compreendidos e o setor fiscal precisa agir na mesma velocidade para manter o compliance da empresa junto ao Fisco.


Evoluir tecnologicamente


A evolução tecnológica na área fiscal é inevitável, pois a área também tem o papel de evoluir para dar suporte às operações de outras áreas, acelerando os processos diários garantindo a segurança das informações que eliminando as ameaças dos dados e sistemas.


O cloud computing , também chamado de computação em nuvem, é uma alternativa muito interessante para as empresas que buscam soluções tecnológicas visando melhorar o desempenho das suas operações. O setor fiscal e tributário encontra nas soluções cloud, uma possibilidade de facilitar o acesso aos dados, o que ajuda na execução de todas as atividades, inclusive na realização de tarefas complexas como o planejamento tributário.

O portfólio mais completo do mercado para atender todas as especificidades do setor fiscal


Conheça todas as soluções que a Adejo oferece para que a sua empresa possa evoluir tecnologicamente mantendo seu departamento à frente do Fisco.

Dúvidas, fale com nossos consultores clicando aqui ou no ícone do WhatsApp do lado inferior direito do site.

Graziele Santos

Produtora de Conteúdo Adejo



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Você sabe o que é a sustentação 360º? Trata-se de uma dúvida bastante pertinente, pois refere-se a um termo técnico e ele é muito importante para o cotidiano de empresas de diferentes segmentos e portes de mercado.



De maneira resumida, a sustentação 360º faz referência à solução mais completa do mercado para suportar as suas operações fiscais, tributárias e também uma solução inovadora visando otimizar o comércio exterior. Vale destacar ainda que o atendimento é modular e desenvolvido sob medida para cada empresa.


Imagino que você deva estar interessado em saber mais sobre o tema. Pensando nisso, neste conteúdo destacaremos o que é o escopo 360º e também informaremos qual a proposta técnica da sustentação 360º. Continue com a gente.


O que é o Escopo 360º?

O escopo 360º é dividido em diversas etapas e se caracteriza pelo fato de ser uma solução modular, ou seja, apresenta diversos módulos. Trata-se, portanto, de uma ferramenta com várias funcionalidades e certamente vai atender as necessidades do seu negócio.


O escopo 360° é composto por quatro etapas principais: monitoramento, operação, AMS e quality. Vamos destacar sobre esses conceitos ainda neste conteúdo.


Qual a proposta técnica da Sustentação 360º?

A proposta técnica da Sustentação 360º baseia-se em diversos módulos e eles apresentam várias funcionalidades. Por meio dessa solução, os gestores terão uma visão abrangente em relação às necessidades do negócio.


Desse modo, você terá uma visão completa sobre as operações fiscais e tributárias. Informaremos sobre os módulos oferecidos por essa solução para que você tenha um melhor conhecimento em relação ao tema.


Monitoramento

Essa fase da sustentação 360º tem como objetivo fazer o monitoramento, a antecipação e a homologação. Por meio dessa prática, torna-se possível aplicar as atualizações pertinentes do seu empreendimento.


O monitoramento é um dos módulos mais abrangentes e esse escopo tem as seguintes etapas:

  • Acompanhamento técnico: nós da Adejo monitoramos as atualizações dos sistemas da Thomson Reuters e isso é feito de acordo com as necessidades das operações do seu negócio. Por meio desse monitoramento, torna-se possível definir um plano de atualização de sistemas fiscais de maneira recorrente;

  • Atualização técnica: nessa etapa, a Adejo se encarrega por fazer o processo de atualização técnica dos sistemas da Thomson Reuters. Por meio dessa prática, torna-se possível evitar erros ou bugs no sistema e também corrigir os gargalos existentes;

  • Homologação de atualizações: nesse momento, as atualizações são consolidadas e validadas. Caso seja identificado algum erro, a Adejo ficará encarregada em fazer a correção junto ao responsável pelo sistema.

AMS

No AMS, o principal objetivo é suportar tecnicamente as rotinas operacionais. O help desk é a principal etapa e ela se responsabiliza por fazer o suporte das soluções desenvolvidas o Thomson Reuters. Os atendimentos são feitos remotamente.


Quality

Essa fase funciona de maneira complementar em relação às anteriores. Nesse momento, são gerados diversos indicadores para garantir uma melhor gestão e uma melhor qualidade dos processos.


Essa parte do escopo da Sustentação 360º é dividida nas seguintes etapas:

  • Melhorias: a Adejo e encarrega por fazer melhorias no sistema para melhorar a usabilidade do software. Entre elas estão a implantação de novos módulos e novas funcionalidades, e também o desenvolvimento de processos customizados;

  • Capacitações e treinamentos: ambos são fundamentais para proporcionar um melhor aprendizado ao utilizar o sistema;

  • Book SLA: a Adejo também se encarrega em elaborar todos os meses, os indicadores em relação ao status do contrato de Sustentação 360º. Vale destacar que o book SLA fornecer informações relevantes como os tipos e erros, o histórico de consumo, chamados com terceiros etc. Todos esses dados são valiosos e farão a diferença para otimizar os processos na sua organização.

Fluxo de atendimento

O fluxo de atendimento é outra etapa fundamental nesse processo. Por meio dessa etapa, torna-se possível ter conhecimento mais preciso em relação à produtividade e o desempenho das companhias. Esse módulo conta com as seguintes etapas:

  • SLA: também conhecido como acordo de nível de serviço, essa prática faz referência a um compromisso assumido por um prestador de serviços para fazer entregas específicas em prazos estipulados. O SLA varia conforme cada tipo de chamado;

  • Indicadores SLA: por meio dos indicadores torna-se possível verificar se os SLAs estabelecidos anteriormente foram ou não cumpridos. Por esse motivo, é muito importante acompanhá-los periodicamente. Caso os resultados não sejam os esperados, torna-se possível desenvolver planos de ações com o objetivo de resolver eventuais gargalos existentes nos processos da sua empresa.

  • Bonificação e penalização: as bonificações e as penalizações acontecem de acordo com os níveis de serviços executados em cada demanda específica.

Como é possível perceber, a sustentação 360º é um conceito cada vez mais útil para empresas dos mais variados portes e segmentos de mercado. A ferramenta conta com diversos módulos, um atendimento direcionado e pronto para atender as necessidades do seu negócio. Considerando as funcionalidades mencionadas, vale muito a pena implementar essa ferramenta na sua empresa.


Você gostou deste conteúdo na qual destacamos o que é e como implementar sustentação 360º no seu negócio? Entre já em contato com a gente e veja como podemos ajudar no crescimento da sua empresa no mercado. Não perca essa grande oportunidade!

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Com a modulação do Supremo Tribunal Federal (STF) no caso sobre ICMS na base do PIS e da Cofins, escritórios de advocacia notaram uma corrida de empresas do setor de serviços para ajuizar ações requerendo a retirada do ISS da base de cálculo das contribuições.


O movimento vem da expectativa de que o imposto municipal seja excluído do PIS e da Cofins, com modulação semelhante à aplicada ao caso do ICMS. Se a lógica for a mesma, empresas que não ajuizarem ações antes da decisão pelo STF não terão direito à restituição dos cinco anos anteriores ao processo.


Em maio deste ano, ao modular a “tese do século”, o STF decidiu que a exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS e da Cofins vale a partir de 15 de março de 2017, data em que o STF julgou o mérito da questão. Com isso, apenas empresas que entraram com ações antes dessa data tiveram direito à restituição dos valores recolhidos a mais nos cinco anos anteriores ao ajuizamento do processo, prazo prescricional para a cobrança do crédito tributário.


Em relação ao ISS, a corrida é para protocolar as ações antes de o Supremo concluir o julgamento do Recurso Extraordinário 592.616, iniciado em 14 de agosto de 2020. A tese proposta pelo relator e ex-ministro Celso de Mello é de que o valor correspondente ao ISS não integra a base de cálculo do PIS e da Cofins. O julgamento foi interrompido pelo pedido de vista do ministro Dias Toffoli, então presidente do STF.


Veja a matéria completa neste link!


Por Cristiane Bonfanti

Portal JOTA Tributário

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